Sobre as salinas, àquela hora
O céu cobre-se de fogo
E os barcos lá longe
Fogem do seu fascínio
Procurando águas
Que espelhem o azul celeste
As nuvens descem sobre o rio
e ruborizam afogueadas
como se quisessem mergulhar
para saciar a sua sede
e recarregar as gotas do seu pranto
E os meus olhos abrem-se
A um pôr-do-sol idílico
O cenário parece estanque
E eu pinto nos meus versos,
num pôr-do-sol,
A magia deste lugar
Por: Maria Fernanda Reis Esteves
Parabéns pelo Blogue
ResponderEliminarFico feliz que tenha gostado deste meu poema.
Um beijo
Maria Fernanda Reis Esteves